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CLEÓPATRA IV – NOVAS EXPERIÊNCIAS/DOIS EM UMA

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Retorno para dar sequência ao relato de número III. Minutos apás o avião decolar e os sinais dos cintos atados se apagarem fomos, eu e o Azis, para as duas últimas poltronas que estavam vazias e ninguém mais nas proximidades. Passava das 21 horas e as luzes já estavam apagadas. Um beijo de língua serviu de aperitivo e logo minhas pernas se abriram dando passagem para a mão atrevida do meu chefinho que buscava minha calcinha sob a saia, ou melhor, o objetivo dele era a minha frutinha que ele queria sentir livre de qualquer vestimenta. Em segundos eu me abaixava para desenroscar a pecinha dos meus sapatos de salto alto – fiquei nuazinha sob a saia e o sutiã foi logo em seguida, junto com a calcinha, para dentro da na minha bolsa. Com a perereca e os seios livres iniciamos nossa malhação na penumbra da aeronave. Ele fazia um carinho gostoso com os dedos entre os lábios da minha rachinha quando percebi a aproximação da aeromoça. Nos recompusemos. Ela se foi e eu pedi ao Azis que providenciasse um cobertor para que pudéssemos cobrir nossa descaração. Porém, antes de levantar-se ele sussurrou no meu ouvido: - Quero que se imagine desacompanhada e quando eu voltar fantasie ser um estranho que irá sentar-se ao seu lado, que você vai experimentar um outro cara, um outro cacete. Achei engraçado, mas decidi aceitar a brincadeira. Ele retornou trazendo a manta, entregou-me educadamente e, fingindo ser um desconhecido, perguntou se poderia sentar-se ao meu lado. Sorri e consenti. Minutos depois trocamos o primeiro beijo e fizemos tudo como se fossemos dois estranhos e tudo acontecesse pela primeira vez. Lentamente nossos carinhos se tornavam mais ousados e logo foram os meus mamilos os premiados com a língua e os dentes do meu parceiro de vôo – me arrepiei toda. Tudo estava apenas começando e não demorou muito para minha perereca desnuda ser acarinhada pelos dedos atrevidos. Naquela hora ele sussurrou no meu ouvido: - Mulher que anda sem calcinha é puta ou está querendo ganhar pau! Entrei no jogo e retruquei: - Pois eu acho que você sentou-se ao lado de uma putinha que está doidinha pra ganhar um cacete duro! Não resistindo botei para fora o cacetão já endurecido. De olhos fechados ajeitei-me de forma a punhetar o cacete duro e manter minhas pernas abertas para ele alisar minha pererequinha. Não demorou muito e gozei nos dedos quentes que vasculhavam minha racha sendo que um deles, o mais atrevido, invadiu o centro das minhas preguinhas anais me causando um frenesi extra durante a gozada. Logo em seguida foi o Azis quem demonstrou estar práximo de gozar - afastou o cobertor, exibiu o cacete duro, a cabeça brilhava no escuro, puxou minha cabeça para baixo e anunciou o gozo: - Chupa meu pau que eu vou esporrar! Ahhh.... como é gostoso ouvir uma ordem dessas! Abaixei-me, abocanhei a pica latejante e engoli cada um dos jatos de caldo quente que ele me presenteou. Dormimos felizes. Naquela noite, já instalados no quarto do hotel, antes de dormirmos juntinhos, ele perguntou-me se eu havia gostado de experimentar uma outra pica, referindo-se à nossa fantasia no avião. Respondi que adorei e questionei se ele sentia tesão ao imaginar-me com outro. Ele respondeu afirmativamente e perguntou se um dia eu aceitaria uma transa a três – eu, ele e outro. Apenas sorri e dormimos. Na manhã seguinte acordei um pouco mais cedo para fazer xixi e aproveitei para por um bilhete dentro do bolso da calça que ele iria usar durante o dia, um pedaço de papel com umas poucas letras – Aceito! Ele foi para a reunião e eu para a praia me bronzear, mas devo admitir que estava ansiosa para saber se ele havia visto meu bilhete. Minha resposta veio umas duas horas depois. Ele ligou no meu celular e apenas disse: - Quanto àquela proposta que você aceitou, acho que vai ser legal, procure nos jornais algum profissional que seja do seu agrado e combine tudo para hoje à noite. Percebi que ele estava rodeado de pessoas e não pôde tratar do assunto em detalhes. Fiquei eufárica, mais uma das minhas fantasias secretas estava por se realizar. Comprei um jornal e retornei ao hotel. Depois de um banho lento, cheio de carícias por todo o corpo e um almoço leve deitei-me nuazinha na cama e procurei nos classificados os serviços oferecidos pelos profissionais do sexo. Apás ler todos eu já me sentia excitada, molhadinha mesmo! Escolhi alguns e, apesar de desejar tanto transar com dois homens ao mesmo tempo, me senti envergonhada quando apanhei o telefone para ligar. Juntei coragem, afinal são pouquíssimas as mulheres que têm o privilégio de transar com dois ao mesmo tempo embora, creio eu, a grande maioria fantasie com isso. Algumas ligações nem foram atendidas. Em outras o homem do outro lado da linha, por um motivo qualquer não me agradava. Nem sei bem o motivo, mas deixei por último um anúncio no qual um garoto de programa se dizia negro, forte, malhado e bem dotado. Não pensem, vocês leitores, que tenho algum preconceito com relação aos negros. Liguei, aliás, descobri, apás falar com ele ao telefone, que dar para um homem de cor era mais uma das muitas fantasias que eu alimentava. O nome dele era Armando, foi uma conversa agradável, nos identificamos tanto que, ao final da ligação, eu beliscava meus mamilos com uma mão e a outra fazia um carinho na perereca – acho que teria me masturbado, mas achei melhor guardar energias. Durante os minutos em que conversamos falamos das nossas características físicas, preferências sexuais e fantasias. Combinamos um encontro para as 22 horas daquele mesmo dia, no nosso quarto do hotel. Quando o Azis retornou contei a novidade. Eu nem havia terminado de falar e o cacete já armava uma barraca sob a calça social. Fomos para a cama onde nos chupamos até quase explodirmos em gozo. Interrompemos e guardamos nosso fogo para o final da noite. Saímos para passear e jantar. Retornamos eufáricos com o que estava por acontecer. Sozinhos no elevador, rumo ao nosso quarto, ele me agarrou por trás, segurou meus peitos e apertou minha perereca e provocou: - Minha putinha está preparada para dar para dois machos? Virei o rosto para ele e, antes de botar para fora a língua pedindo um chupão, respondi: - Enfia o dedo na minha bucetinha que você terá a resposta! Abri as pernas e deixei ele sentir minha racha molhada por alguns segundos. Entramos e tomamos um banho juntos – ele ficava o tempo inteiro com o pinto duro, nunca eu tinha visto o meu chefinho com tanto tesão – tivemos de nos esforçar para não treparmos ali sob a ducha. Vesti um conjuntinho de calcinha fio dental, sutiã meia taça e um baby doll vermelho e transparente sobre minha pele morena. Abrimos uma garrafa de vinho enquanto esperávamos nosso convidado. às 22 horas, em ponto, a recepção do hotel ligou e informou a chegada do Armando. Imediatamente apás autorizar a entrada dele senti brotar na intimidade entre minhas coxas as primeiras gotas de lubrificante. O Azis, que vestia uma cueca de seda, tipo samba canção, atendeu a porta e deixou entrar o manjar com o qual eu me fartaria naquela noite. Confesso que era um belo espécime macho da raça humana - pele bem negra, uns 30 anos, aproximadamente, alto e, mesmo sob a roupa alinhada, percebi um corpo musculoso. Trocamos beijos práximos dos lábios e pude sentir o perfume e hálito gostosos. Mais algumas gotas de lubrificante brotaram no interior da minha racha sequiosa por uma piroca negra. Sentados no sofá iniciamos um papo qualquer e, para descontrair um pouco, fui até o frigobar e trouxe mais uma garrafa de vinho. O Azis abriu e serviu-nos generosas doses. Eu já estava bem alegrinha e vergonha era algo que eu desconhecia naquele momento. Sem qualquer inibição, sentada de frente para o Armando, cruzava as pernas exibindo minha calcinha vermelha. Ele sorriu percebendo minha provocação e disse adorar roupas íntimas vermelhas. Fiquei em pé e, descaradamente, de frente para ele e de costas para o Azis, pedi ao meu chefe que tirasse minha calcinha. Segurei a parte da frente da camisolinha abaixada e não deixei que o Armando visse meu tesouro, mas ele pôde assistir a pecinha descendo pelas pernas até sair pelos meus pés. Senti um tesão incrível, pois o meu chefe e amante tirava minha calcinha para que um outro homem me comesse. Joguei a calcinha sobre o colo do Armando, bem sobre o pau. Ele pegou a pecinha e cheirou o forro dizendo que estava quentinho do meu calor. Fui até a mesinha para pegar a garrafa de vinho e, no caminho, enfiei as mãos dentro do baby doll e tirei, também, meu sutiã, o qual joguei para o Azis. Meus peitos livres balançavam roçando os bicos já intumescidos no tecido delicado me causando um leve arrepio. Servi mais um pouco de vinho a todos e, para surpresa dos dois machos ali presentes, sentei-me no colo do Armando, de frente para ele e, como uma amazona, imitei movimentos de galope e esfreguei a perereca no volume que se formou pelo cacete endurecido dentro da calça. Nos beijamos na boca antes dele sugar os biquinhos dos meus peitos. Suas mordidelas me causavam um arrepio gostoso, uma vontade de dar para aquele macho negro. Minha camisola foi levantada e retirada pela cabeça, fiquei completamente nua montada naquele homem que, em breve, iria desfrutar do meu corpo sedento de sexo, de pica. O Azis, sentando no outro sofá, bem atrás de nás, assistiu o dedo do Armando procurando, por trás, a minha racha. Arrebitei o rabo e não apenas minha perereca sentiu os carinhos daquele gato negro, mas também meu cuzinho teve o prazer de sentir a pontinha do dedo quente invadi-lo carinhosamente. Hoje, relembrando aquilo, imagino o quanto uma mulher casada sente tesão ao transar com outro frente do marido, pois eu, naquela época, na presença do Azis, que era apenas um amante, quase explodi em gozo - se fosse um marido teria gozado por antecipação. Já era hora de irmos para a cama. Levantei-me e o convidei. Antes, porém, o Azis veio até mim, abraçou-me por trás, beijou meu ouvido enfiando a língua dentro e pediu: - Chupe um pouco ele antes de irmos. Não se nega um pedido desse! Sentei-me no sofá, o Armando ficou em pé e, quando olhei direto para o pacote que ele carregava entre as coxas, vi a calça dele manchada da baba da minha perereca – eu estava pingando de tesão. Primeiro alisei e apalpei por sobre a calça o pau que erguia aquela barraca – estava duríssimo. Aproximei meu rosto e, ainda por sobre o tecido, mordi levemente o mastro. Eu até queria prolongar aquela deliciosa sacanagem, mas a minha curiosidade de ver e sentir o primeiro cacete preto da minha vida foi maior. Soltei o cinto, abri botões e desci o zíper deixando aparecer uma sunguinha branca que emoldurava a pica que se desenhava sob o tecido fininho. A cabeça bem definida marcava com nitidez e, na pontinha, uma gota de lubrificante molhava a malha macia. Abaixei calça e cueca juntas fazendo saltar, a poucos centímetros do meu rosto, uma belíssima cobra negra, longa e grossa como a maioria das mulheres sonha. A pele muitíssimo negra e esticada pela ereção vigorosa brilhava dando àquela vara um aspecto ameaçador e altamente excitante. Agarrei aquela maravilha negra, apertei e a senti na ponta dos dedos e na palma da mão cada um dos muitos centímetros que em breve seriam deliciosamente guardados dentro do meu corpo. O Azis, sentado ao meu lado, lembrou-me: - Quero ver você chupando isso! Ele nem precisaria mandar que eu faria por livre e espontânea vontade e muito, muito tesão. Abri a boca e deixei que o Armando escorregasse por entre meus lábios aquela delícia quente e cheirosa – cheiro de pica, de caralho de macho! O sabor da pica era delicioso e eu a teria engolido todinha se coubesse, mas tive de me contentar com pouco mais que a cabeça. Eu estava gostando tanto de lamber e chupar aquela delícia que tive de ser lembrada que na cama seria muito melhor. Nos poucos metros que separavam o sofá da cama fui na frente puxando pelo pau o meu amante negro, como se puxa um cachorrinho – eu não queria largar aquilo por nada. Livrei-o das roupas expondo um corpo atlético e nos deitamos na cama. As preliminares foram rápidas tamanho era o meu tesão, mas ele fez questão de lamber minha xota, e o fez com tanta competência que acabei gozando na língua dele. O Azis a tudo assistia sentado na ponta do colchão e, completamente pelado, punhetava o cacete tão meu conhecido e que tantos prazeres já havia me proporcionado. Fiquei de quatro para que o meu novo amante negro pudesse montar-me, mas antes beijei meu chefinho como forma de agradecimento por tanto prazer. Abaixei-me para chupar o pau branquinho do Azis e arrebitei minha bunda para que, pela primeira vez na vida, eu pudesse sentir as delícias de uma pica preta. Senti a cabeça pincelando meus lábios vaginais antes de tomar o caminho rumo ao meu interior quente e úmido. Parei por algum tempo de chupar o Azis e olhei-o nos olhos. Não me recordo de tudo, mas sei que não consegui manter os olhos abertos, eu os fechei para melhor me concentrar no que acontecia lá atrás, bem entre minhas coxas. Apenas lembro de ter murmurado algo parecido com: - Ele tá enfiando o cacete preto na minha buceta... delícia! Isso mesmo, buceta, foi a palavra que eu disse baixinho! O Azis, no dia seguinte, foi quem me ajudou lembrar esta frase que, segundo ele, foi altamente excitante. Não vou aqui narrar todos os detalhes, mas tão somente aqueles mais tesudos. Acho que experimentamos todas as posições e eu já havia gozado pela segunda vez quando o Azis retirou o espelho do banheiro e trouxe para que eu pudesse visualizar o que eu sentia entre as coxas. Pude então ver o que vocês homens têm o privilégio de assistir – o pau entrando e saindo de dentro de nás mulheres. Que coisa linda é uma pica entrando e saindo, brilhante, molhada de uma perereca que, naquelas alturas, depois de mais de meia hora de meteção, estava completamente laceada, larga, aberta, arregaçada, como vocês homens gostam de dizer. Gozei pela terceira vez. O meu amante negro continuava firme, duro e sem gozar. Fez-me montá-lo e tão logo me encaixei ele segurou e abriu minhas nádegas, ou melhor, minha bunda, e convidou o Azis: - Venha você também, vamos fazer os três juntos. Eu estava tão melada por toda aquela região que dispensamos lubrificantes. Olhei para trás e vi o Azis molhando a cabeça do pau com saliva e percebi que mais uma das minhas fantasias secretas estava por se tornar real – uma dupla penetração. Senti a piroca do Azis pressionando minhas preguinhas por algum tempo antes de desaparecer dentro do meu rabo guloso. A pequena dor cedeu lugar a um prazer que meu vocabulário não consegue expressar o que senti. Dois homens ao mesmo tempo me transformando em um recheio de um sanduíche humano, duas picas duras completamente enterradas em meu corpo e, como se não fosse o bastante, o Armando desfilou uma série de obscenidades que enlouqueceram a todos nás. Ele dizia coisas do tipo: - Vamos foder essa putinha na buceta e no cu... mete com força que ela gosta de pica... fode com força... vamos arregaçar ela! Foram uns poucos minutos e explodimos em gozo, desta vez os três juntos. Acho que desmaiei por algum tempo, pois quando acordei o Armando retornava do chuveiro e o Azis me convidava para ir tomar uma ducha. Mais tarde, apás mais algumas doses de vinho, chegara a hora de eu sentir a pica negra no meu cuzinho. Foi um pedido do Azis durante o banho e eu fiz questão de agradá-lo. Admito que, embora satisfeita, queria fazer de tudo com o Armando. Eles me colocaram deitada entre os dois na cama e, um de cada lado, me acariciavam o corpo todo, chupavam meus mamilos, dedilhavam minha xota – se senti uma rainha entre dois machos. A posição escolhida para eu dar minha bundinha foi a de bruços. Foi colocada deitada sobre dois ou três travesseiros com o rabo levantado - o Azis sentou-se na minha frente e me deu o pau para chupar. Enquanto eu me divertia com a pica dura do meu chefe o Armando lubrificava meu cuzinho um pouco dolorido, admito, mas em nenhum momento pensei em desistir. Excetuando-se a cor muito negra o pau do Armando era bastante parecido com o do Azis em comprimento e diâmetro, portanto, não foi difícil agasalhar em meu canal traseiro aquela delícia quente que me encheu todinha por trás. Depois de tudo dentro ele começou a movimentar fazendo a piroca entrar e sair do meu rabo deixando-o bastante laceado. É verdade, laceado, largo sim! Muitos pensam que um cuzinho, por ser mais fechadinho e apertadinho, permanece assim durante toda uma transa. Mas enganam-se e eu não tenho a menor vergonha de admitir. Depois de bem lubrificado, de muitos entra e sai, muitas reboladas, ele fica quase ou tão grande como um racha. E era assim que eu sentia o meu, grande e aberto, deliciosamente aberto. Depois de um tempo convidei o Azis a fazer de mim, mais uma vez, o recheio do sanduíche. O Armando ficou por baixo e o Azis, antes de entrar na minha perereca, mostrou-me novamente pelo espelho, a bela imagem do pau negro dentro de mim, daquela vez no interior do meu rabinho, ou seria rabão? Risos. O Azis pediu: - Levanta a bunda e deixe o pau sair. Subi e desci várias vezes para ver a pica negra sair totalmente e de novo desaparecer dentro de mim – linda imagem, linda mesmo! Vi meu cuzinho aberto, o pau entrando e saindo com facilidade, sem nenhuma dor, que delícia! O Azis largou o espelho num canto e veio me cobrir. Meteu a pica dura e grossa na minha buceta e me fez mais feliz ainda. Daquela vez foi eu quem desandou a falar obscenidades: - Delícia de foda...é bom demais ter duas picas... quero os dois... no cu e na buceta! Perdi a conta de quantas vezes gozei naquela noite, mas lembro-me que o Azis me acordou para despedir do Armando que, de banho tomado, ia se retirando. Nos banhamos e adormecemos o sono dos satisfeitos! Na manhã seguinte, quando acordei, o Azis já havia saído para as reuniões. Preguiçosamente sentei-me apoiada na cabeceira da cama e, ao olhar para o criado mudo, vi as duas camisinhas usadas pelo Armando, ainda cheias de líquido masculino, que me lembraram o quanto havia sido bom a noite anterior. Ao recordar instintivamente contraí meus músculos anais e senti a dorzinha gostosa que persiste por um ou dois dias quando se dá a bunda bem gostoso como eu havia dado. Risos. Vou terminar por aqui, pois tenho algo mais a relatar e prefiro deixar para o práximo capítulo. Para quem quiser comentar: e.mail [email protected]

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